
Presa em sua carreira e relacionamento amoroso anêmicos, uma diretora de comercial de TV de 30 anos retorna para sua casa no campo na companhia de um amigo de espírito livre. Num reencontro agridoce com uma família alienada, as suas memórias de liberdade e anseios de infância rastejam na hora azul onírica, transcendendo para um lirismo de auto-realização – ao mesmo tempo caprichoso, agonizante e ainda assim esperançoso.
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