
Uma investigadora médica está desenvolvendo um medicamento que pode potencializar a possibilidade de procriação de uma mulher ou homem impotente. Mas a verdadeira razão é que ela é hermafrodita (sexo duplo), mas ambos os órgãos sexuais são impotentes e incapazes de procriar. Então ela desenvolve esse medicamento, fazendo duas versões, a azul para homens e a vermelha para mulheres. Mas como qualquer medicamento novo ela deve experimentá-lo primeiro, é aí que suas auxiliares de enfermagem se tornam úteis e depois ela deve analisar cada reação de cada sujeito, inclusive ela mesma, esperando alguns resultados interessantes.


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