
Em 2010, ao cobrir a questão do "acordo secreto" no Ministério das Relações Exteriores, o autor se deparou com documentos diplomáticos relativos à reversão de Okinawa e ficou particularmente impressionado com os documentos manuscritos de Kazuo Chiba, então Diretor da Primeira Divisão Norte-Americana do Ministério das Relações Exteriores, que, ao contrário dos burocratas comuns, "se destacavam da multidão e pareciam únicos". O nome de Chiba apareceu posteriormente em vários documentos deixados pelo secretário do ex-primeiro-ministro Eisaku Sato, e o autor ficou interessado em descobrir que tipo de pessoa ele era.
Ainda não há resenhas para este título. Seja o primeiro!