
Ele puxa uma tesoura que aponta para o céu. Assim começa sua jornada através do tempo, espaço e memória. As estações mudam, os anos passam. Envolto em uma misteriosa caixa do pôr do sol, o menino envelhece, torna-se adolescente, jovem, adulto, velho, mas – estranhamente – as lembranças começam a tomar conta de suas próprias vidas. “Que memória, que devaneio, o que é real e o que é imaginário? Não sei...”
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