
Viver juntos é difícil, e muito menos desenvolver afeto um pelo outro – esse ditado se aplica não apenas a um casal, mas a duas pessoas quaisquer. Vivendo modestamente e sozinha com a ajuda da empregada doméstica, a mãe cadeirante só espera ansiosamente pela visita do filho. Ela pode relembrar com carinho a infância de seu filho, mas também formou um vínculo novo e tácito com sua atenciosa empregada doméstica. Num dia agitado em que a mãe prepara um enorme jantar para o filho ausente, a empregada doméstica tem as suas próprias preocupações com o marido jogador. Genuínos e discretos nas suas emoções, os dois protagonistas revelam a capacidade das pessoas de fomentar novos afetos através da união.
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