
Uma sequência de "Porosity Valley, Portable Holes" (2017), esta peça expande o trabalho anterior através de uma representação ficcional da migração do cluster de migrantes/minerais/dados conhecido como Petra Genetrix. Justapondo a migração de refugiados com a migração digital, que caracterizam a migração no século XXI, a obra cria um espaço-tempo especulativo ao interrogar os “modos de existência” e os “modos de representação” dos refugiados iemenitas que chegaram recentemente à Coreia do Sul. Aqui reflecte-se a situação em que os refugiados são tratados como uma espécie de malware ou vírus que ameaça o sistema imunitário do Estado-nação.
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