
A diferença nos valores geracionais é talvez tão antiga quanto o próprio tempo e não pode ser explicada nem resolvida. Um adolescente ambicioso está ansioso para explorar o mundo chegando ao outro lado do rio. Ele conhece um barqueiro indiferente e pouco entusiasmado. A pequena balsa não é grande o suficiente para conter opiniões divergentes. O barqueiro considera o adolescente ingênuo enquanto o adolescente acha o outro covarde e sem postura. Refletindo sobre o presente, seus conflitos e crenças separadas tornam quase impossível um consenso. Duas pessoas partem para navegar, mas apenas uma chega à costa. Do outro lado do rio, o jovem, em vez de esperança, testemunha o fim de uma era.
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