
Imagine este cenário: Seu carro bate em uma garotinha. Ela está deitada no chão, sangrando, mas ainda respirando. Existem duas opções: no caso de lesões corporais que resultem em invalidez, você será responsável pelo pagamento de uma indenização para cobrir despesas médicas, de desemprego e de cuidados durante toda a vida. As fatalidades, em contraste irônico, podem ser resolvidas por baixo da mesa por uma pequena quantia fixa. O que você escolhe? Com o pé pesado no acelerador, um velho ouve sua música favorita enchendo o ar de seu carro, prestes a dar uma volta sem volta. Em situações terríveis, os instintos primitivos entram em ação e você deve fazer o que for preciso para sobreviver. Quando a lei falha, não há outra alternativa senão fazer justiça com as próprias mãos.
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