
Wolf, nascido em uma família surda, adota a linguagem de sinais com confiança, apesar dos obstáculos da vida; Sophie, tendo recebido um implante coclear ainda jovem, se esforça continuamente para ser vista como “normal”, apesar de ter um “sotaque surdo”. Alan, com um implante coclear como Sophie, é capaz tanto de linguagem falada quanto de linguagem de sinais; ele defende diversos modos de comunicação dentro da comunidade surda. Unidos pelo amor e pela amizade, os três embarcam em uma jornada de autodescoberta que não deixa de ter momentos de dor.
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